Pra quem não conhece Erik Spiekermann, é um designer e tipógrafo alemão internacionalmente reconhecido pelo seu trabalho, foi responsável pelo desenho de diversas famílias tipográficas e pela sinalização do transporte público de Berlin, entre tantos outros grandes projetos importantes.
Tive a oportunidade de assistir a uma palestra dele muito inspiradora no OFFF Festival 2011. O vídeo abaixo Mr. Spiekermann apresenta uma ideia bem interessante (e divertida), da sua visão de como seria um ambiente de trabalho do futuro.
Gostei muito do trabalho da artista Dana Tanamachi. Ela cria belas tipografias utilizando como ferramenta apenas giz, um quadro negro e muita criatividade. Além da qualidade tipográfica, o que me chamou a atenção foi o uso criativo da aplicação de QR Codes no rótulo de uma marca de vinho.
Os QR Codes estão cada vez mais presentes nas ações de marketing e publicidade. O uso dessa tecnologia é livre e qualquer pessoa pode criar um QR Code personalizado. Além disso, eles são um meio interessante de transmitir rapidamente informações a dispositivos móveis. Abaixo as imagens dos rótulos, e o making of do processo de construção da imagem.
Os infográficos permitem relacionar e compreender uma grande quantidade de informação de forma simples e agradável. O pessoal da Pop Chart Lab é especialista em deixar certos assuntos ainda mais interessantes.
Draw me a song é um daqueles projetos que você se apaixona à primeira vista. Idealizado pela designer franco-libanesa Nour Tohme foi vencedor do Prêmio de Criatividade promovido pelo Deutsche Bank em 2011.
A série de posters começou a circular pela internet e ganhou muitos fãs rapidamente. O projeto que ilustra letras de músicas conquistou muita gente não apenas pelas boas escolhas musicais, mas principalmente pelo design “fofo”, pela belo uso da tipografia e pelas belas ilustrações. E pra quem possa interessar: ela anunciou no seu facebook que em breve vai disponibilizar a venda das peças em diversos formatos. Aguardaremos =]
Depois do ótimo documentário realizado sobre a fonte suiça Helvetica, surge a tentativa de fazer um trabalho semelhante sobre a fonte mais controversa do mundo, a Comic Sans. Criada em 1994 por um antigo engenheiro da Microsoft Vincent Connare, a fonte não está presente apenas no sistema operacional mais utilizado do mundo, mas em todas as cidades, locais e nos mais variados lugares que você pode imaginar (desde farmácias, outdoors, lápides…). Continue lendo…
Acho que a maioria das pessoas que está envolvido de alguma forma com a internet tem um certo interesse sobre o “Universo da Tecnologia”, e em saber quem comprou quem, e quem veio de onde…
Esse infográfico me chamou a atenção não só pela estética, mas pela curiosidade que esse universo representa, o de ir muito além de ser uma simples árvore genealógica. Nele é possível observar as diferentes companhias de tecnologia e suas conexões com os outros fundadores. A lista de empresas de tecnologia pode não estar completa. A Microsoft, Apple, Google e o PayPal talvez não sejam as únicas empresas que geraram mais startups nos últimos anos, devem haver muito mais empresas passando pelos escritórios lá em Palo Alto… mas eu realmente não saberia dizer. De qualquer forma, achei bonito o trabalho, e bacana poder analisar como se relacionam os gigantes digitais. Valeria um poster, não?
Muito bacana o trabalho tipográfico criado para divulgar o Bicycle Film Festival. Este festival acontece há 11 anos, e foi criado quando o fundador do projeto, Brendt Barbur foi atropelado por um ônibus enquanto pedalava em Nova York. Sabemos que o descaso com os ciclistas não é comum só aqui no Brasil, mas em grandes cidades do mundo também. O bacana é que através desta experiência negativa, ele conseguiu criar um movimento sobre o uso de bicicletas nas cidades, que é também é aliado a música, arte e cinema.
Acredito que assim como eu, muitas pessoas que passeiam por esse blog, também adoram arte vintage. Os anúncios abaixo são da década de 1930-1980 e refletem como era a sociedade e o trabalho do designer da época. As pessoas eram menos dependentes da tecnologia e mais da habilidade e da técnica.
Há algo mágico nesse tipo de arte, nos traz um sentimento de nostalgia e nos faz perceber o quão longe a publicidade e a tecnologia chegaram. O que realmente cativa nessas imagens além da criatividade e da estética agradável, é pensar (e refletir), que para a criação de muitas delas não havia Photoshop para retoques, e que geralmente eram feitas ilustrações manuais ao invés de se utilizar fotografias. Sem mencionar a incrível atenção dada ao layout e à tipografia, inspirador não é mesmo? Eu adorei!
Estou adorando a série de comerciais da escola de idiomas EF, uma das principais empresas de intercâmbio do mundo.
O conceito sugere “Live the Language”, ou seja, “viva um idioma” e aprenda vivendo em outro país. As imagens mostram o cotidiano de um estudante vivendo em outro país, além de um belo trabalho tipográfico que traduz em palavras o significado das imagens. Após assistir aos vídeos fiquei com vontade de viajar e aprender um novo idioma!
A produção é da Camp David, produção de Gustav Johansson e Niklas Johansson, e Albin Holmqvist, responsável pela bela tipografia. Até agora foram produzidos 4 vídeos: Beijing, Paris, Barcelona e Londres. Vale assistir todos eles, além do conceito, a fotografia também é linda!
A House Industries criou um vídeo promocional para mostrar tudo que eles fazem (e muito bem): design gráfico, ilustração, design de produtos e mobiliário. A produção e edição ficaram impecáveis! Infelizmente o autor do vídeo não autorizou que o vídeo fosse compartilhado. mas você pode assistir clicando aqui.