E não foi só indústria da música que mudou drasticamente nos últimos anos, a mudança no mundo digital também está em constante evolução. Com o crescimento da internet os artistas tem encontrado meios alternativos para a exposição de seus trabalhos, e as novas tecnologias estão permitindo que novos formatos criativos sejam criados. Vincent Morisset é um artista que vem se destacado pela forma sensível como trabalha com a experiência interativa do usuário e como cria e re-imagina formatos do “Era uma vez…” para a era digital.
BLA BLA é um conto interativo que explora os princípios fundamentais da comunicação. Os seis capítulos retratam diferentes aspectos da comunicação humana e de suas emoções. Continue lendo…
Depois do ótimo documentário realizado sobre a fonte suiça Helvetica, surge a tentativa de fazer um trabalho semelhante sobre a fonte mais controversa do mundo, a Comic Sans. Criada em 1994 por um antigo engenheiro da Microsoft Vincent Connare, a fonte não está presente apenas no sistema operacional mais utilizado do mundo, mas em todas as cidades, locais e nos mais variados lugares que você pode imaginar (desde farmácias, outdoors, lápides…). Continue lendo…
O filme foi muito bem no circuito dos festivais, ganhando o prêmio máximo em locais influentes. A animação “Zero” foi criada pelo casal Christopher e Christine Keseloz, e a história é uma analogia à raça humana, onde alguns nascem para serem líderes, outros para terem uma vida comum, e alguns simplesmente nascem com “Zero” oportunidades na vida. Injustiças a parte, vale o play.
Essa semana estréia no Brasil o filme “A Rede Social” (The Social Network), com direção de David Fincher (O Curioso Caso de Benjamin Button) e roteiro de Aaron Sorkin. O filme conta a história, intrigas e tramas do bilionário de 26 anos Mark Zuckerberg, fundador do Facebook (a maior rede de relacionamentos do mundo), e de seus demais cofundadores.
O site College Humor produziu uma paródia divertidíssima imaginando como seria o filme se fosse dirigido por outros cineastas: Wes Anderson, Michael Bay, Quentin Tarantino, Guillermo Del Toro e Frank Capra. Mesmo sendo uma paródia, o vídeo recebeu um trabalho bacana de edição, vale a assistir.
Abaixo a paródia, que rende algumas e boas risadas.
Depois de “Helvetica – O filme”, mais um documentário interessante está a caminho, “Linotype – O filme”. Dirigido por Doug Wilson, o filme fala sobre o inventor da máquina de compor Linotipo, o alemão Ottmar Mergenthaler, além dos usuários atuais e do amor que esses profissionais tem por esse tipo de trabalho. Adoro ouvir histórias sobre estas máquinas surpreendentes e seus processos mecânicos. Doug criou um projeto para levantar fundos e finalizar o filme, sucesso! Ele conseguiu e o filme tem previsão de estreia para 2011. Assista abaixo ao making of da produção do poster promocional do filme.
Depois de alguns dias sem postar aqui no blog me deparei com um vídeo que me fez refletir sobre uma tendência inevitável que a tecnologia tem nos proporcionado, ampliar o nosso potencial comunicativo e interativo. A tecnologia não só nos traz possibilidades novas e radicais, estamos modificando todo o imaginário de uma época e construindo o futuro. Compreender essas mudanças, a evolução, e de que forma ela influencia no comportamento das pessoas é um assunto que me atrai e fascina.
A Box1824 é uma agência especializada em pesquisas de tendências de comportamento e consumo. Lançou essa semana um filme sensacional sobre a difícil tarefa de compreender a geração X, Y, millenium, que é hiperconectada à internet, sobre seu forte poder de compra e de que forma esses jovens influenciam e consomem nesse mundo tão surreal.
“We All Want to Be Young”, é resultado de uma trabalho de cinco anos de pesquisa e cheio de ótimas referências. Mostra que compreender essa geração é essencial para entender o mundo em que vivemos. Estamos conectados, simultaneamente interagimos nas decisões, rompemos barreiras, exploramos possibilidades que antes não eram possíveis. O vídeo termina e a mensagem que fica é, “Entender a evolução do mundo é uma busca que pode nos manter jovens para sempre”. Se você ainda não assistiu vale a pena, aperta o play.
Anote na agenda. Entre os dias 14 e 17 de novembro acontece na Cinemateca Brasileira, a segunda edição do Fórum da Cultura Digital Brasileira. O evento pretende reunir e debater as iniciativas de cultura e comunicação existentes no país.
A programação colaborativa e interessante é grande e o tempo é curto, portanto vale a pena se organizar. No site, estão disponíveis informações e links sobre as experiências e os mais de 300 convidados que irão compor os pelo menos seis espaços do Fórum.
O Futuro do Cinema, Compatilhamento e remuneração do autor, Os Futuros do Livro, Cidadania Digital, Ativismo e rede, Perspectivas Criativas da Cultura Digital, Economia Criativa, Governança da Internet, Jornalismo digital, Interatividade, Colaboração, Software livre, Dados Abertos, Educação e Cultura Digital, Remix, Transmídia, Laboratórios Experimentais, Banda Larga, Televisão e Novas Tecnologias, Liberdade de Expressão no Contexto Digital, Marco Civil da Internet, Lan House, Arte e Tecnologia, Políticas Públicas… Esses são alguns dos temas a serem discutidos na segunda edição do evento.
Que surpresa deliciosa! Consegui assistir à animação do escritor e diretor Adam Eliott. “Mary e Max – uma amizade diferente”, ganhou um Oscar em 2003 pelo melhor curta animado e um prêmio no Anima Mundi pelo curta “Harvie Krumpet”.
O diretor super premiado criou bonecos de massinha e posteriormente utilizou a técnica do stop-motion para compor uma história baseada em fatos reais entre dois personagens desajustados de idades diferentes, a garotinha Mary de 8 anos, e um homem mais velho por volta dos 40, Max. Eles tornam-se amigos por correspondência e aos poucos a amizade vai crescendo, e os temas abordados como infância, loucura, complexos, medos, discriminação, depressão, vão cada vez ficando mais densos e menos engraçados…
Os personagens são envolventes e encantam pela sinceridade do início ao fim. Fiquei emocionada e impressionada com a qualidade do roteiro, com os cenários estéticamente perfeitos em preto e branco e tons amarronzados, e a bela trilha sonora. Acho que todo mundo tem um pouquinho de “Mary e Max” dentro de si. Imperdível? Eu diria que sim :´)
Essa semana circulou na internet uma animação genial sobre cinema. O curta “35MM” foi produzido pelos criativos Sarah Biermann, Torsten Strer, Felix Meyer e Pascal Monaco.
Foi divulgado um trailer que mostra como ficou o visual da animação baseada na série de quadrinhos “The Goon”, do quadrinista e roteirista Eric Powell. A divertida animação é produção do diretor David Fincher (O Curioso Caso de Benjamin Button e Clube da Luta), e foi exibido na Comic-con de San Diego recentemente.
Fiquei impressionada com a dinâmica da animação, tudo ali parece perfeito: o clima de terror, o humor ácido, os personagens bizarros, o traço expressivo, as cores, absolutamente tudo! Eu não conhecia as HQs The Goon, mas isso agora provavelmente vai mudar, fiquei com muita vontade de ler. Ah, eu também adorei a trilha! Mais infos, no site thegoon.com.